Iniciativa pioneira da Assuinoeste transforma a gestão ambiental no campo e reforça o status sanitário da suinocultura paranaense
Uma nova era para a sustentabilidade no Oeste do Paraná
A suinocultura moderna não se limita mais ao que acontece dentro dos galpões, ela se define pela responsabilidade com que lida com o que sai deles. No dia 22 de julho, o município de Quatro Pontes tornou-se o epicentro de uma transformação necessária. A Assuinoeste reuniu diversos suinocultores da região para apresentar o Projeto Piloto de Recolha Legalizada de Carcaças, uma solução que une inovação tecnológica, rigor jurídico e preservação ambiental em uma única entrega estratégica.
O encontro foi marcado por um tom de vanguarda: a substituição de métodos arcaicos de descarte por um sistema de logística reversa eficiente e totalmente amparado pela legislação. O objetivo é claro: oferecer ao produtor rural uma alternativa segura, legal e ambientalmente adequada para a destinação de carcaças de suínos, eliminando passivos ambientais e blindando as propriedades contra riscos sanitários.
Biosseguridade como pilar de competitividade global
A reunião contou com a participação especial do Secretário da Agricultura de Toledo, Luiz Carlos Bombardelli, que acompanhou atentamente as apresentações técnicas. A presença de lideranças de municípios vizinhos sublinha a natureza regional e colaborativa do projeto. Durante as discussões, o funcionamento do projeto piloto foi detalhado, desde o protocolo de biosseguridade no momento da coleta até o rastreamento do destino final, garantindo que a cadeia produtiva da suinocultura permaneça em conformidade com as exigências dos mercados mais rigorosos do mundo.
Os suinocultores de Quatro Pontes demonstraram um engajamento notável, contribuindo com questionamentos técnicos e sugestões práticas. Esse diálogo aberto evidenciou que o produtor não busca apenas cumprir normas, mas deseja ser protagonista de uma atividade que seja, simultaneamente, lucrativa e sustentável.
Parceria sólida entre o setor produtivo e o poder público
O presidente da Assuinoeste, Delmar Briccius, enfatizou que o projeto é o resultado de uma parceria sólida entre o setor produtivo e o poder público, visando a proteção do patrimônio do suinocultor:
“O que estamos implementando em Quatro Pontes e em toda a nossa região é um escudo para a nossa suinocultura. A recolha legalizada retira das costas do produtor uma preocupação constante e coloca em seu lugar um processo certificado e seguro. Essa parceria com o poder público e o engajamento de lideranças como o Secretário Luiz Carlos Bombardelli são fundamentais para que possamos expandir essa solução. Não estamos apenas recolhendo carcaças, estamos colhendo segurança sanitária e garantindo o futuro das próximas gerações no campo.”
O Secretário da Agricultura de Toledo, Luiz Carlos Bombardelli, reforçou a importância da iniciativa para a imagem do agronegócio paranaense:
“Iniciativas como este projeto piloto da Assuinoeste são o que mantém o Paraná no topo da produção de proteína animal. A sustentabilidade e a biosseguridade não são mais opcionais, são requisitos de mercado. Ver o empenho da associação em levar essa conformidade ambiental para dentro das propriedades rurais é inspirador. O poder público caminha lado a lado com projetos que promovem a responsabilidade ambiental e fortalecem a nossa cadeia produtiva contra ameaças sanitárias.”
Fortalecimento e inovação na cadeia produtiva
O sucesso do evento em Quatro Pontes reafirma a relevância do tema para a suinocultura regional. A Assuinoeste continua a liderar o debate sobre a modernização do setor, provando que a inovação e a parceria público-privada são as chaves para superar desafios históricos. Com a adesão crescente dos produtores, o Projeto Piloto de Recolha Legalizada de Carcaças deixa de ser uma promessa para se tornar o novo padrão de excelência da suinocultura no Oeste do Paraná.
A entidade permanece à disposição de toda a sociedade, imprensa e órgãos governamentais para detalhar os avanços deste projeto que coloca a biosseguridade e a sustentabilidade no centro da estratégia produtiva regional.




